domingo, 20 de setembro de 2009

O negligenciado Tempo


O tempo...

A questão do tempo, esteve em discussão na ultima semana com um grupo de amigos da facu. Comentávamos de um amigo que faltando menos de um semestre de aulas resolveu desistir do curso. Comentávamos que a escolha desse amigo era equivocada, que ele estava fazendo uma besteira afinal faltava tão pouco tempo, o principal foco dos meus amigos era o financeiro, uma vez que todos investimos um certo dinheiro no curso e tal.

Mas meu foco vai além do dinheiro, creio que não é a questão mais importante, embora mereça grande atenção também. Mas confesso que fico mais atenta a questão do tempo, afinal perdemos e ganhamos dinheiro a vida toda. Ele trabalha, tem um bom emprego tenho certeza que recupera fácil esse valor. Mas e o tempo que ele investiu no curso? Esse não tem volta, esse ele simplesmente perdeu, o tempo que ele ficou ali sentado durante as aulas, estudando em casa, fazendo trabalhos e coisas do tipo não volta, tempo esse que poderia ter sido aproveitando com outras coisas, namorando, descansando, viajando, ou em outro curso mesmo. Esse tempo é inrecuperável

Afirmo que entre os bens mais preciosos que temos encontra-se o tempo, ele é único e até impiedoso, o tempo perdido nunca é recuperado. Por conta disso confesso, que a negligência que temos com o tempo me incomoda profundamente, pensem bem quantas vezes fazemos escolhas sem pensar nas consequencias, sem pensar que essas escolhas moldam nosso tempo, moldam o ritmo de nossas vidas.

Falamos o tempo todo que não temos tempo para nada, mas nos esquecemos de dizer que somos os culpados por essa falta de tempo. Fazemos nosso tempo, determinamos nossas prioridades, e excluímos o que achamos ser menos importante, e o que podemos deixar para depois.

Fazemos escolhas entre estar na aula e passar a noite no bar em frente a facu, entre jogar futebol e estar na casa da namorada, entre ir para praia e fazer hora extra, entre um/uma garota (o) ou outra (o). Escolhemos o tempo todo, e as vezes vamos acumulando coisas sem perceber que elas ocupam nosso tempo, sem perceber que talvez não sejam elas as coisas que deveriam ser mais importantes, ou que nos fariam felizes, ou ao menos um pouco alegres.

Sei que nem sempre faço escolhas certas, e também sei que as vezes as escolhas que parecem erradas são as que nos fazem mais bem, como a caso da aula e do bar ( RSRSR). mas acho que devemos ter mais atenção com nosso tempo, fazê-lo tal qual gostaríamos, aproveita-lo, no caso do meu amigo não sei se ele fez uma boa ou má escolha, ele pode tanto ter perdido o tempo que investiu no passado, quanto pode estar ganhado mais tempo no presente e no futuro, só as prioridades da vida dele podem resolver essa questão. O fato é que iniciar algo ou parar, dizer sim ou não, estar presente ou ausente mudam nossas vidas, o tempo que separamos para cada coisa escreve nosso destino, por isso digo que devemos pensar com muito carinho em nosso tempo, e tratá-lo como um bem precioso, afinal esse tempo é o que faz nossa vida diariamente, é diferença entre dias bem vividos e dias que passam sem deixar nenhuma vaga lembrança.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Manifesto a favor do ciúmes


Ciúmes, tanto já se escreveu sobre ele, quanto já se musicou, e quantas cenas já foram presenciadas com tal vilão. Pois bem sempre vejo as pessoas condenando o ciúme, dizendo que ele envenena uma relação, que é coisa de quem não tem auto estima, ou uma clara prova que o (a) parceiro (a) não confia no seu conjugue.

Concordo com quase tudo o que dizem, o ciumes é algo totalmente irracional, mas pense bem isso não é tão estranho, no universo dos sentimentos o que é racional? Amar? Odiar? Nada!!! Somos totalmente irracionais, todos nós, claro que em proporções diferente, afinal há uma grande diferença entre rir de alguém que tropeça em um degrau e sentir prazer em empurrar alguém de uma escada. O que torna os sentimentos aceitáveis são as medidas em que eles são expostos, nada mostra frieza, alguém que não ama absolutamente nada é considerado sombrio e alguém que literalmente é capaz de matar ou morrer por amor é claramente maluco ou perigoso. Porém ninguém condena o amor, desde que ele se mantenha longe de seus extremos. A mesma coisa com os outros sentimentos, aliais menos um, o CIÚMES, o coitado do sentimento é mal visto em qualquer proporção, pouco ou muito ciúmes é visto da mesma forma, um absurdo!

Em minha opinião, o ciúmes, é um sentimento descriminado, é muito mal interpretado, por isso que venho defende-lo hoje, e dizer que assim como os outros sentimentos ele também pode ficar longe de seus dois extremos e ser encarado como um sentimento normal, que não precisa ser abafado e menos ainda marginalizado.

Vamos imaginar uma relação amorosa, um namoro. Quando resolvemos nos relacionar com alguém vemos na outra pessoa algo que nos agrada, que nos faz querer bem a tal pessoa, e mais ainda achamos que de alguma forma essa pessoa preenche algo em nossas vidas, caso contrário não abriríamos espaço para o outro. Pois bem, afirmo que o ciúmes é uma peça chave dessa relação, e mais ainda que ele serve de medidor para o nível de intimidade, paixão e dedicação de um para o outro.

A ausência de ciumes demonstra também a ausência de preocupação do outro com seu par, não se importar, e dizer que confia absolutamente no outro mostram que a outra pessoa não esta tão envolvida no relacionamento. A maior dificuldade do ser humano é lidar com a perda, no caso do ciúmes com a ideia da perda, o ciúmes é fruto de um medo natural, só tememos perder aquilo e aqueles que são significativos em nossas vidas, pense quantas vezes no último ano ouvimos falar de pessoas que morreram de forma trágica ou não, aposto que várias, porém por quais delas ficamos arrasados, quais nos deixaram triste ou chateados? Simples, somente aquelas por quem nutríamos algum tipo de sentimento. O ciúmes funciona na mesma frequência, quantas pessoas já passaram por nossas vidas e quantas tivemos que ver com um outro, quantas saíram de nossas vidas e foram viver outros relacionamentos? Várias, muitas! Porém a maioria não faz nenhuma diferença, simplesmente por que não são mais relevantes em nossas vidas, porque não fazemos mais questão que estejam em nossos mundos. Isso é a ausência de ciúmes, é não se importar com o outro, é não achá-lo interessante, é não fazer questão de sua presença, é o tanto faz ou o nada.

O namorado ou namorada não sentir ciúmes incomoda, embora ninguém queira admitir isso, todos dizem odiar o ciumes, mas é ele que revela o quanto somos importante para o outro a ponto desde não quer correr o risco (mesmo no plano das ideias) de perder a pessoa amada, mostra que você é significativo na vida do outro, é um fato desde do sapato ao marido (esposa) só temos ciúmes do que amamos muito, afinal aquele sapatinho meio feio e sem graça emprestamos a qualquer um, assim como o namoradinho meia boca tanto faz estar com ele ou não, afinal só fazemos questão de conservar para nós e exclusivamente para nós aquilo para o que damos valor.

Por isso não se entristeçam com algumas dúvidas ou desconfianças rondando a cabecinha do parceiro, e nem se chateiem tanto com um leve interrogatório, e nem um ou outro "piti" de seu par, é apenas um leve alerta de ciumes, só um medinho ou incomodo de imaginar um outro qualquer calçando aquele sapato divino que você tem certeza que foi feito único e exclusivamente para você. Só queremos conservar aquilo que é importante, o leve ciúmes do outro é só uma forma desajeitada de dizer que te ama, mesmo que as vezes isso nos faça querer esganá-lo!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Dia do Amigo

"amigo alguém que sabe tudo a seu respeito e mesmo assim gosta de ti"

sempre amei essa frase, e hoje dia 20/07 dia do amigo, resolvo fazer uma ode a amizade, esse vinculo estranho que criamos com pessoas tão parecidas e as vezes tão opostas, fato é que ter amigos faz parte da vida.

*Amigos animados, aqueles que fazem festa com tudo, parecem que contagiam o ambiente com sua alegria.

*Amigos que só nos metem em frias, que sempre nos arrastam para baladas horríveis, churrascos ruins, cervejas quentes e por ai vai.

*Amigos sábios, aqueles que sempre sabem o que dizer, que nos dão bons conselhos, embora ninguém nunca os escute.

*Amigos melancólicos, aquele tipo que sempre tem um grande problema, do tipo "parem o mundo" e me escutem.

*Amigo estraga prazer, aquele que sempre que você está muito feliz lhe diz: vai com calma, as coisas não duram para sempre, isso um diz vai acabar.

*Amigo cupido, aquele que sempre acabou de conhecer alguém que tem tudo à ver conosco, o engraçado é que na maior parte das vezes detestamos essas pessoas parecedíssimas conosco.

*Amigo consciência, aquele que sempre chateia e nos faz admitir que estamos errados.

*Amigo tipo pai, que fica regulando tudo que a gente faz, que diz não faz isso, faz aquilo e bla´, blá, blá.

*Amigo consolador, aquele que você não liga que te veja chorar.

*Amigo irmão, aquele que você briga, discute, mais não sabe viver sem.

*Amigo artista, sabe aquele que todo mundo pensa que é um santo, mas de santo não tem nada.

*Tem amigo de todo jeito, as vezes temos muitos amigos e as vezes um só, as vezes um vale por dez, e os dez as vezes parecem um só. Não importam quantos, amigo é amigo, e não se vive sem eles , ou pelo menos não se vive bem.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

O homem perfeito

Maravilhoso!!!
O Jô disse tudo... homem perfeito só assim mesmo


Homens e cachorros

Amigos há anos nós mulheres tentamos entender a relação homem e cachorro, aquela velha história q o cão é o melhor amigo do homem. Segundo um amigo meu, essa incógnita foi respondida de diversas formas... Acompanhem:




"Os cachorros não choram.

Os cachorros adoram quando você traz seus amigos pra casa.

Os cachorros não se importam se você usa o shampoo deles.

Os cachorros acham que você canta bem

Quanto mais tarde você chega, mais excitados estão os cachorros para lhe ver.

Os cachorros lhe perdoarão se você brincar com outros cachorros.

Os cachorros não vão se importar se você chamá-los pelo nome de outro cachorro.

Os cachorros não compram nada.

Os cachorros adoram quando você deixa um monte de coisas espalhadas pelo chão.

A disposição dos cachorros permanece a mesma durante todo o mês.

Os cachorros nunca param para examinar o relacionamento.

Os parentes do cachorro nunca os visitam.

Quando um cachorro envelhece e começa a lhe incomodar incessantemente, você pode chutá-lo para longe.

Os cachorros não odeiam seus corpos.

Os cachorros nunca criticam.

Os cachorros concordam que você deve gritar para impor seu ponto de vista.

É legal você manter um cachorro preso dentro de casa.

Os cachorros não querem saber sobre os outros cachorros que você já teve

Os cachorros não deixam os artigos de revistas guiarem suas vidas.

Você nunca tem de esperar pelo cachorro. Ele está sempre pronto para sair durante 24 horas.

Os cachorros acham divertido quando você está puto.

Os cachorros não podem falar.

Os cachorros são fiéis ao seu dono.

Os cachorros não falam ao telefone.

Os cachorros não reclamam que seu dono esta meio fora de forma.

Os cachorros, apesar do faro apurado, não ficam perguntando "que cheiro é esse?".

Os cachorros não reclamam quando você dirige em alta velocidade.


Porque afinal ficam com mulheres?

É socialmente aceitável manter relacões sexuais com mulheres, com cachorros não! "

segunda-feira, 29 de junho de 2009

??? Não entender o que não entendemos ???


Hoje encontrei um antigo texto, presente de um amigo da escola (faz tempo), estava perdido em uma série de papelada, dessas que vamos acumulando sem motivo nenhum.

Era um texto sobre um monge, e a história me encantou profundamente.


"Dizia que certo dia, um monge subiu a um monte junto a seus discípulos, e em meio as orações e preces, ouviu gritos e gemidos vindos de uma aldeia abaixo, ao olhar deparou-se com um verdadeiro massacre, os membros da aldeia era dizimados por invasores "bárbaros". Ao ver a cena o monge suspirou cheio de lamento:

"Ah se eu fosse Deus..."

Um dos discípulos inconformado protestou imediatamente:

"Mestre que blasfêmia!! por acaso esta dizendo que Deus não sabe o que faz ao permitir que isso aconteça, ou ainda que se fosse Deus faria algo diferente?"

O mestre olhou com calma, cheio de pesar e disse:

''Se eu fosse Deus, poderia compreender o que acontece"


Desconheço o autor, mas acho o texto de muita sensibilidade, a claro aproveito para discutir uma ou duas questões sobre o mesmo.


O saber compreender, o saber entender, o saber conhecer. Somos bombardeados dia a pós dia com montanhas de novos conhecimentos, de descobertas, de inovações cientificas, e que maravilha é isso, adoro a época em que vivemos, e sem duvidas não desejaria pertencer a outra qualquer. Porém afirmo que gastamos tempo demais querendo entender o mundo ao nosso redor, e as vezes me pergunto até onde isso é necessário, ou útil.


Contabilizamos tudo, o tempo, as relações, atribuímos valor as pessoas, procuramos ter exatidão em tudo o que fazemos, não nos permitimos errar, e não aceitamos o erro dos outros. Buscamos exaustivamente a perfeição, queremos ter a resposta correta para tudo sem margem para duvidas, queremos provar e queremos que nos provem tudo.


Pedimos que o outro nos apresente quase que em uma equação matemática o quanto nos ama, queremos que explique o por que, que prove por "a +b" tudo que diz, queremos transformar sentimentos em números. tentamos a todo custo moldar o que é abstrato.


E esquecemos que algumas coisas não podem ser entendidas, não podem ser explicadas, algumas coisas não podem ser escolhidas ou mudadas a nossa vontade. Nem tudo pode ser compreendido, não há meios para compreender o por que alguém te ama ou não, ou saber o quanto te ama, ou o por que não te acha interessante, ou bacana. Quantas vezes já desejamos estar apaixonados por alguém que nos quer bem, e não conseguimos. Por maldade? Não, por que não somos capazes de tudo, não sabemos por que gostamos de determinadas pessoas e de outras não. O saber pertence a razão, e a razão não atua em todos os campos.


Creio que deveríamos passar menos tempo pensando em certas coisas, e vive-las enquanto as temos... já dizia um antigo ditado "o que não tem solução, solucionado está". O mundo não nos pertence, apenas fazemos parte momentaneamente dele, nem mesmo sabemos se por muito ou pouco tempo. Perguntar por que estamos vivos, não é o mesmo que viver, "entre o céu e a terra... já existem coisas demais" precisamos mesmo arranjar mais incógnitas do que as que já existem? Acho que seriamos mais felizes, se não ficássemos tentando descobrir o porquê não somos, acertaríamos mais se não ficássemos justificando nossos erros. Poderíamos tanto...


quinta-feira, 11 de junho de 2009


♥
♥
♥

Meninas todo sapo é príncipe, o segredo é simples, feche bem os olhos respire fundo e de um beijo apaixonado, e ai vai o segredo, precisa manter os olhos sempre fechados, e quando abrir olhe pro lado...rsrsr...
♥
♥
♥

Dia dos namorados


Martha Medeiros, adoro seus escritos, são de uma sensibilidade única, por isso que hoje, véspera do dia mais love do ano, escolho dois trechos dessa fantástica escritora para postar no blog em homenagem a todos os apaixonados e dispostos e se apaixonar todos os dias.




"Apesar de todos os livros escritos,


todas as sentenças filosóficas


todas as análises terapêuticas


todos os exemplos de paixões falidas


continuamos amando




Apesar de não termos mais 15 anos e


estarmos numa idade em que os outros


acreditam que nosso coração envelheceu


continuamos amando"






Pois é , por mais maluco que seja sempre amando...

sábado, 6 de junho de 2009

os dispostos se atraem

"Os opostos se distraem, os dispostos se atraem" (Teatro Mágico)
Já repararam o quanto somos injustos com a vida as vezes, ou como nos recusamos a aceitar as coisas que ela nos dá de mão beijada, o quanto desconfiamos da sorte, e o pior o quanto acreditamos na lei de Murphy ( aquela que diz: se um coisa pode dar errado, com certeza dará)
Difícil ser feliz assim, e nem falo sobre lei da atração, sobre fé, ou mística, mas sobre simples percepção da vida. Escuto pessoas dizendo o tempo todo o quanto gostariam de fazer isso ou aquilo, e simplesmente não o fazem, inventam mil desculpas, para justificar sua incapacidade de se auto realizar e culpabilizam a vida, por suas próprias escolhas.
O trabalho é o melhor exemplo disso, quem nunca ouviu (ou falou) que está infeliz no trabalho, que não ganha bem, que detesta o que faz, que não reconhecem sua dedicação e tal. Isso é bem comum, mas vamos pensar bem, quantas pessoas nessa situação já se deram o trabalho de tentar mudar alguma coisa, quantas procuraram de verdade um outro emprego, quantas investiram tempo e estudo em outra profissão... poucas, e as que o fizeram já estão em outra ou a caminho.
Quantas vezes encontramos amigos em relações destrutivas, em namoros e casamentos que os fazem infelizes, e no entanto preferem viver das migalhas de um mal amor, ao invés de romper laços antigos, desgastado, que só fazem mal, a todas as parte envolvidas. Sei que as vezes as coisas acontecem além de nossas escolhas, ninguém opta por um parceiro que lhe agrida, lhe ofenda, lhe bata, o faça sofrer; mas escolhemos ficar ou não nessa relação, escolhemos dar um basta ou tolerar. Não podemos culpar a vida, o destino ou Deus por nossa falta de coragem em decidir o que fazer ou não.
O mundo esta repleto de pessoas bacanas, e boas oportunidades, é impossível que nenhuma lhe caía bem. Não podemos melhorar de vida, sem aprender antes a renunciar, a abandonar e esquecer o que nos faz mal. Sei que a mudança gera medo, e insegurança, afinal nos aventuramos rumo ao desconhecido, é natural do humano temer aquilo que desconhece, mas também é natural do ser humano a superação as dificuldades e transtornos. Costumo dizer aos meus amigos que em algumas situações não conseguimos mais manter o equilíbrio e que passamos a cambalear pela vida, andamos de forma desajeitada, estranha, se contorcendo para não cair, o irônico é que nessa situação a queda é a única solução para consertar nossa postura, afinal só podemos levantar depois de cair, é duro mas as vezes precisamos dar uma passada pelo inferno para conseguirmos reconhecer o paraíso.
Só podemos ser aquilo que nos dispomos a ser e nada mais...

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Curiosidades sobre o beijo


Recebi este e-mail de uma querida amiga, e resolvi dividi-lo com todos... ah... vejam como beijar faz bem ! rsrsrs ...


* Beijar ajuda a relaxar e a reduzir os efeitos do estresse.

* Durante o ato do beijo você coloca 29 músculos faciais em movimento. Em outras palavras o beijo pode ser usado como exercício eficiente para prevenir o aparecimento de rugas.

* Um beijo romântico rápido queima entre uma e três calorias. Um beijo de boca aberta com contato de língua de curta duração pode queimar cinco calorias. Um beijo de um minuto pode gastar até 26 calorias. Isso é o dobro do gasto de uma corrida intensa, na subida.

* Quem beija troca saliva contendo diversas substâncias como gordura, sais minerais, proteínas, etc. A troca destas substâncias pode incentivar a produção de anticorpos pela sua relação com antígenos associados a diferentes doenças.

* Beijar ajuda a prevenir contra cáries, pois aumenta a produção de saliva que colabora na limpeza da boca.

* Estima-se que os homens que beijam suas esposas ao se despedir, antes de sair de casa, vivem cinco anos mais e ganham salários maiores do que aqueles que apenas batem a porta. Os homens da última categoria também tendem a sofrer mais acidentes de trânsito.

* O beijos libera um hormônio chamado serotonina, que eleva o humor e produz uma sensação de bem-estar e felicidade.

* Os hindus afirmam que o beijo e relação sexual são fontes de energia vital para os seres humanos.

* Uma pessoa comum passa 20.160 minutos (14 dias) da sua vida beijando.

* O beijo mais longo durou 31 horas e foi realizado para um programa de televisão chamado “Ricki Lake” em 2002, na cidade de New Jersey.

* Estudos indicam que 66% das pessoas mantêm os olhos fechados enquanto beija. O restante sente prazer em observar a miríade de emoções no rosto do parceiro (a).

* Uma mulher beija uma média de 80 homens antes de casar, de acordo com estatísticas estado-unidenses.

* O prazer do beijo pode estar ligado ao fato do tato labial ser duzentas vezes mais sensível do que o tato nos dedos.

* O beijo de língua é chamado de “união de almas” na França. Comumente os franceses são atribuidos pela invenção deste tipo de beijo.

* Os corpos das pessoas, enquanto ocorre o beijo, produzem substâncias 200 vezes mais poderosas do que a morfina em termos de efeito narcótico. É por isso que um casal pode sentir euforia ou êxtase durante um beijo.



hum... quanta coisa boa ... bem beijos a todos rsrsr

O difícil jogo de AMAR


O que é amar??? Sem dúvidas essa é uma pergunta de caráter dual, ora pode ser simples e ora muito difícil. Cada um de nós carrega consigo uma ideia única e própria do que é amar, uma definição que nos parece perfeita, porém não conseguimos expressá-la de forma convincente aos demais, simplesmente por que nossos conceitos não são transferíveis.


Ao longo da vida vamos aprendendo a definir nossas próprias opiniões, nossos gostos, desejos, ideias e sentimentos, é um processo natural a todos, porém manifesta-se diferente em cada pessoa. O que somos, e o que pensamos é definido pelo andamento de nossas vidas, ou seja pelo acumulo de experiências, e acontecimentos que vivemos e enfrentamos. Essa carga de experiências (boas ou ruins) definem ou moldam nossa personalidade, e claro nossos valores, nossos conceitos e o modo com interpretamos e nos damos com nossos sentimentos.


Daí a dificuldade de expressar aos outros o que sentimos, afinal o universo dos sentidos e sentimentos é totalmente abstrato, e a cada pessoa esse "quadro" adquire uma característica singular, clara somente aquele que o conhece. Creio que esse é o principal motivo para as falhas de comunicação entre os casais, os namorados ou "enrolados", pois não conseguimos nos fazer compreender e nem compreender o outro.


Afinal temos o péssimo habito de medir os demais, por aquilo que somos e achamos correto, sem nos dar conta que essas podem não ser as medidas de referencias do outro. No amor esperamos que nossos parceiros (as) se comportem de forma X, tendo atitudes que teríamos em situações diversas, e claro acabamos nos decepcionando, brigando, chorando e todo o blá, blá, blá de todos os relacionamentos. Tudo isso simplesmente porque ignoramos que o outro não pode ser nossa imagem e semelhança. Cada individuo é único e tem um jeito só seu, podemos encontrar alguém parecido, mas jamais igual.


Dessa forma temos que por em mente que não vamos encontrar, a pessoa perfeita, que combine conosco de forma integral, porque essa pessoa só existe dentro de cada um, criamos uma imagem, um estereotipo de parceiro(a) ideal, e quando o outro não corresponde aquilo que imaginamos, nós o culpamos e brigamos, dizemos que nos enganamos com a pessoa, que quebramos a cara, ou que ela fingiu ser aquilo que não era. As vezes julgamos e as vezes somos julgados, o fato é que essa situação sempre é injusta e desagradável. Mas não sem solução.


Imaginem um quebra cabeça, as peça são diferentes, cada uma tem um formato e um lugar próprio, porém sempre se encaixam, assim somos nós, somos diferentes, peças únicas, só temos que aprender que a peça que vem ao nosso lado, que nos completa não pode ser igual, caso contrário jamais se encaixaria. Claro o amor é um quebra cabeça grande demais, com tantas peças, que as vezes parece impossível junta-las, mas acreditem dentro do amor cada peça encontra seu lugar. Acreditem e dêm chance ao amor, afinal qual outra coisa a vida nos oferece sem pedir nada em contra? O amor nos dá vida, e as outras coisas nos matem vivos, há uma grande diferença entre apenas sobreviver e estar integralmente vivo... por isso amem, e se deixem amar.



segunda-feira, 11 de maio de 2009

O implacável universo dos rótulos.

Já reparam que temos o péssimo habito de classificar as pessoas, como se fossem embalagens de supermercado, com conteúdo pré determinado pela capa. Sabemos que a estética diz muito sobre a personalidade das pessoas, mas é impossível que diga tudo.

A pouco tempo comecei a conversar com um rapaz, um novo amigo, o engraçado é que sempre o via pelas ruas, no trabalhos e nos barzinhos da vida, porém nunca havíamos conversado. Esse rapaz tem um visual super punk, uma coisa meio agressiva, e era essa a idéia que tinha a seu respeito, idéia essa extremamente equivocada, o rapaz é uma figura super dócil, gentil, uma companhia agradabilíssima.

Vejam só, eu mesma, acabei me pegando em uma das situações que mais critico, a de julgar, de criar um rótulo para alguém, um pré-julgamento. Só que o mais incrível é que fiz isso despropositalmente, tomada pelo senso comum, que nas palavras de um jornalista da tv diz, "o pensamento de quem tem preguiça de pensar". Essa situação me fez refletir em quantas vezes, injustamente rotulamos implacavelmente as pessoas ao nosso redor, e sem perceber acabamos nos privado de coisas boas, de pessoas bacanas, de situações que podem acrescentar muito em nossas vidas.
Os rótulos são um perigo, quase uma ameaça ao bom convívio social, e mais ainda as nossas vidas pessoais, tenho um outro amigo, um belo rapaz por sinal, que usando de sua beleza e seu charme pessoal conquistou várias meninas, várias namoradas e muitos casos. É claro que esse rapaz não escapou do implacável tribunal dos rótulos, e fora taxado como um "galinha", um "cafajeste" de primeira linha, e duramente muito tempo, muito mesmo, levou consigo esse rótulo, me lembro de garotas que desistiram dele por causa de sua fama, uma me disse que não acreditava em nenhuma palavra dita pelos seus encantadores lábios.
O meu amigo estava rotulado, as pessoas nem mesmo o conheciam, e já o julgavam, o rapaz de galinha passou a insensível, canalha. Porém a cerca de uns 5 meses, ele conheceu uma menina, e acreditem esta apaixonado, confessou que pretende ficar noivo, e que esta de boa com ela e isso lhe basta. Ora que mudança foi essa? NENHUMA! ele é a mesma pessoa, o mesmo rapaz, e leva sua vida normalmente, não era um "galinha" incondicional apenas não havia encontrado alguém com quem quisesse partilhar sua vida. Mas o que mais me impressiona na garota é sua atitude, que contrariando todos os comentários, avisos e conselhos, investiu no relacionamento e está muito bem. Acho que ela esta corretíssima, as pessoas não são previsíveis, o fato de alguém ter tido atitude X em um momento não quer dizer que ela sempre repetirará o mesmo comportamento, afinal um certinho pode se desvirtuar em um momento, um cara grosso pode ser gentil com uma pessoa, um machão pode gostar de poesia, alguém sensível e bonzinho pode magoar os outros.
Ora, vemos com essa história, que os rótulos não nos ajudam em nada, que classificar alguém como certinho, nerds, louco, galinha, cafajeste, burro, bonzinho, ou coisas do tipo nada mais é que criar imagens unilaterais de uma situação, ou de uma pessoa, quase uma crueldade, uma atitude indelicada que condena um ser humano multilateral a ser visto de um único e inegociável ângulo. As pessoas não são produtos à venda, as informações, a origem, o modo de "manusear", ou de conversar não estão especificados no rótulo exterior. Diferente dos previsíveis produtos, o interior humano sempre guarda alguma inesperada surpresa. Por isso ultrapassem os murros do rótulos e aproveitem aquilo que eles tão bem ocultam.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Histórias dentro da história... nossas histórias.


Nos últimos dias vivi uma situação um tanto confusa, um tanto deselegante, mas no fundo irônica. Costumo dizer a meus amigos e amigas, que de tudo temos que tirar algo bom, como nas histórias infantis, que sempre apresentam alguma moral no final, uma lição ou conselho para situações diversas.



Ora se isso ocorre em histórias para entreter crianças, imaginem em nossas vidas dinâmicas, casa, amigos, trabalho, amor ou amores, temos diversas História acontecendo a cada momento, com base nisso afirmo que, os variados acontecimentos ou situações que nos ocorrem devem prover algo em nossas vidas, ou seja devem apresentar alguma moral, ou alguma lição, ainda que a lição aprendida seja a de não repetir algo nunca mais.



Ao decorrer de nossos dias convivemos e conversamos com tantas pessoas diferentes, participamos de tantas história e tão pouco aprendemos com isso, as vezes ao interagir com outras pessoas assumimos diversos papeis, somos protagonistas, ou coadjuvantes e as vezes apenas simples figurantes, os papeis se invertem com frequência, mas o fato é que a vida/mundo ao nosso redor é um imenso palco teatral, onde participamos quase sempre sem perceber, de enormes espetáculos, criamos nossas histórias e vivenciamos as dos outros, as vezes as história se cruzam e descruzam, como um enredo complexo e confuso.



Ficamos tão ligados em filmes, novelas, programas, seriados, que não percebemos o quanto o mundo ao nosso redor ferver, o quanto tecemos histórias intrigantes, apaixonantes, horrendas, afinal quem nunca teve uma vilã de novela em sua vida, um amor desnorteador, e uma decepção devastadora? Todos já fomos personagens principais, apenas não abrimos os olhos, para o mundo ao nosso redor, apenas não usamos de nossa sensibilidade para perceber que a história se faz a todo momento, e principalmente que dentro dessa história se fazem as mais interessantes histórias



Acho que todos deveríamos atentarmo-nos aos desfechos dos personagens que cruzam nossas vidas, que nos deixam coisa tão belas, tão ricas, ou mesmo nos magoam ou nos enganam, devemos estar atentos, devemos aprender, tal qual nas história infantis, com a diferença que sabemos que as vezes as bruxas podem não ser tão más assim, que a ordem das coisas se invertem, que o príncipe depois do beijo pode virar um sapo e ficar melhor assim, e ainda, que as princesas no fundo são meio chatinhas. Crescemos um pouco e as histórias infantis já não nós satisfazem, já não coincidem com nosso mundo, o que nos resta é escrever e deixar que se escrevam nossas próprias e novas histórias, nossos novos papeis, e assim apreciar os capítulos vividos, rir de algumas cenas engraçadas, inundar algumas páginas de lágrimas, colorir as mais apaixonantes e claro esperar atento pelas páginas em branco que sempre se multiplicam a nossa frente.