sábado, 28 de novembro de 2009

Texto bacana, achei em uma pagina da net, q é bem interessante, a pagina é meio alto ajuda, meio nova era, e essas coisa toda do segredo, mas creio que tem uns textos legais, como esse aqui por exemplo.

ah a pg é http://forum.alemdosegredo.com/2009/11/28/nao_faca_julgamento_precipitado
e o autor do texto creio que é Renato... bem esses são os dados que tenho p/ dar os créditos e não ser acusada de plagio... rsrs

Não faça julgamento precipitado...


Havia numa aldeia um velho muito pobre que possuía um lindo cavalo branco.
Numa manhã ele descobriu que o cavalo não estava na cocheira.
Os amigos disseram ao velho:
- Mas que desgraça seu cavalo foi roubado!
E o velho respondeu:
- Calma, não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está mais na cocheira.
- O resto é julgamento de vocês.
As pessoas riram do velho
Quinze dias depois, de repente, o cavalo voltou.
Ele havia fugido para a floresta. E não apenas isso; ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo.
Novamente as pessoas se reuniram e disseram:
- Velho você tinha razão.
Não era mesmo uma desgraça, e sim uma bênção.
E o velho disse:
- Vocês estão se precipitando de novo.
Quem pode dizer se é uma bênção ou não?
Apenas digam que o cavalo está de volta...
O velho tinha um único filho que começou a treinar os cavalos selvagens.
Apenas uma semana mais tarde, ele caio de um dos cavalos e fraturou as pernas.
As pessoas se reuniram e, mais uma vez, se puseram a julgar:
- E não é que você tinha razão, velho? Foi uma desgraça seu único filho perder o uso das duas pernas.
E o velho disse:
- Mas vocês estão obcecados por julgamentos, hein?
- Não se adiantem tanto.
Digam apenas que meu filho fraturou as pernas
- Ninguém sabe ainda se isso é uma desgraça ou uma bênção...
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra e todos os jovens da aldeia foram obrigados a se alistar, menos o filho do velho.
E os que foram para a guerra, morreram...-
Quem é obcecado por julgar, cai sempre na armadilha de basear seu julgamento em pequenos fragmentos de informação, o que levará a conclusões precipitadas.
Nunca encerre uma questão de forma definitiva, pois quando uma caminho termina, o outro começa, quando uma porta de fecha, outra se abre...
As vezes enxergamos apenas a desgraça, e não vemos a bênção que ela nos traz...

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Mafalda

Nossa... Um amigo me mandou essa charge, apesar da graça, tenho que confessar que essa foi dolorosa.

desejo



Hum... coisa que todo mundo deveria ter...



Desejo a você…

Fruto do mato

Cheiro de jardim

Namoro no portão

Domingo sem chuva

Segunda sem mau humor

Sábado com seu amor

Crônica de Rubem Braga

Filme antigo na TV

Ter uma pessoa especial

E que ela goste de você

Música de Tom com letra de Chico

Frango caipira em pensão do interior

Ouvir uma palavra amável

Ter uma surpresa agradável

Noite de lua Cheia

Rever uma velha amizade

Ter fé em Deus

Rir como criança

Ouvir canto de passarinho

Sarar de resfriado

Formar um par ideal

Tomar banho de cachoeira

Pegar um bronzeado legal

Aprender um nova canção

Esperar alguém na estação

Queijo com goiabada

Pôr-do-Sol na roça

Uma festa Um violão Uma seresta

Recordar um amor antigo

Ter um ombro sempre amigo

Uma tarde amena

Tocar violão para alguém

Ouvir a chuva no telhado

Vinho branco
Bolero de Ravel

E muito carinho meu.


Borboletas


"Lindo texto de Mário Quintana"



Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande. As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.


Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.


As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.


Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela.


Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.


Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.


O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
MÁRIO QUINTANA

sábado, 3 de outubro de 2009


Fica sempre

Um pouco de perfume

Nas mãos que oferecem rosas


Passeando pela net encontrei um belo poema, mas confesso que somente o começo me chamou atenção, por isso o destaquei acima deste pequeno texto.

Achei o verso de imensa sensibilidade, penso ao lê-lo que não somos habituados a dar, que sempre esperamos receber do outro ou dos outros.

Só nos sentimos amados e queridos quando ganhamos algo daqueles que amamos ou queremos bem, pode ser uma jóia, um cacareco qualquer, um beijo inesperado, um telefonema... O fato é que esperamos que as pessoas que nos amam nos presenteiem com objetos ou ações, achamos que quando somos importantes e quando há amor, temos que receber algo que consolide e que confirme esse amor.

E nos esquecemos que amar, não é receber, pelo contrário amar é muita mais dar do que receber, é entregar o que se tem de melhor gratuitamente. Não existem trocas no amor, não podemos pedir que o outro dê na mesma medida que recebe. Afinal cada um tem seu jeito de amar, ou melhor, o jeito de dar amor!

Não nego que receber flores sem motivos, ouvir bons elogios, ou um telefonema no meio da noite, agradem a todos(as), mas isso são coisas que temos ou não temos, não podem ser exigidas. Afinal aquilo que é fruto de alguma cobrança, não é real, não é amor, no máximo se torna uma obrigação, o que temos que admitir que é um "porre" para qualquer um.

Lembro de uns versos que ouvi a um tempo, na verdade lembro da ideia, as palavras na integra me fogem a mente. Mas era algo em torno da ideia, que nada no mundo é nosso, nada que temos nos pertence, as únicas coisas que podem ser chamadas de nossas, são aquelas que entregamos aos outros, um presente que dá ao outro será sempre um presente seu, um beijo dado em alguém será sempre um beijo seu. Somente aquilo que é dado aos outros não nos pode ser tirado. Por isso, mesmo correndo o risco de ser redundante finalizo da mesma forma que a pouco inicio


Fica sempre

Um pouco de perfume

Nas mãos que oferecem rosas

domingo, 20 de setembro de 2009

O negligenciado Tempo


O tempo...

A questão do tempo, esteve em discussão na ultima semana com um grupo de amigos da facu. Comentávamos de um amigo que faltando menos de um semestre de aulas resolveu desistir do curso. Comentávamos que a escolha desse amigo era equivocada, que ele estava fazendo uma besteira afinal faltava tão pouco tempo, o principal foco dos meus amigos era o financeiro, uma vez que todos investimos um certo dinheiro no curso e tal.

Mas meu foco vai além do dinheiro, creio que não é a questão mais importante, embora mereça grande atenção também. Mas confesso que fico mais atenta a questão do tempo, afinal perdemos e ganhamos dinheiro a vida toda. Ele trabalha, tem um bom emprego tenho certeza que recupera fácil esse valor. Mas e o tempo que ele investiu no curso? Esse não tem volta, esse ele simplesmente perdeu, o tempo que ele ficou ali sentado durante as aulas, estudando em casa, fazendo trabalhos e coisas do tipo não volta, tempo esse que poderia ter sido aproveitando com outras coisas, namorando, descansando, viajando, ou em outro curso mesmo. Esse tempo é inrecuperável

Afirmo que entre os bens mais preciosos que temos encontra-se o tempo, ele é único e até impiedoso, o tempo perdido nunca é recuperado. Por conta disso confesso, que a negligência que temos com o tempo me incomoda profundamente, pensem bem quantas vezes fazemos escolhas sem pensar nas consequencias, sem pensar que essas escolhas moldam nosso tempo, moldam o ritmo de nossas vidas.

Falamos o tempo todo que não temos tempo para nada, mas nos esquecemos de dizer que somos os culpados por essa falta de tempo. Fazemos nosso tempo, determinamos nossas prioridades, e excluímos o que achamos ser menos importante, e o que podemos deixar para depois.

Fazemos escolhas entre estar na aula e passar a noite no bar em frente a facu, entre jogar futebol e estar na casa da namorada, entre ir para praia e fazer hora extra, entre um/uma garota (o) ou outra (o). Escolhemos o tempo todo, e as vezes vamos acumulando coisas sem perceber que elas ocupam nosso tempo, sem perceber que talvez não sejam elas as coisas que deveriam ser mais importantes, ou que nos fariam felizes, ou ao menos um pouco alegres.

Sei que nem sempre faço escolhas certas, e também sei que as vezes as escolhas que parecem erradas são as que nos fazem mais bem, como a caso da aula e do bar ( RSRSR). mas acho que devemos ter mais atenção com nosso tempo, fazê-lo tal qual gostaríamos, aproveita-lo, no caso do meu amigo não sei se ele fez uma boa ou má escolha, ele pode tanto ter perdido o tempo que investiu no passado, quanto pode estar ganhado mais tempo no presente e no futuro, só as prioridades da vida dele podem resolver essa questão. O fato é que iniciar algo ou parar, dizer sim ou não, estar presente ou ausente mudam nossas vidas, o tempo que separamos para cada coisa escreve nosso destino, por isso digo que devemos pensar com muito carinho em nosso tempo, e tratá-lo como um bem precioso, afinal esse tempo é o que faz nossa vida diariamente, é diferença entre dias bem vividos e dias que passam sem deixar nenhuma vaga lembrança.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Manifesto a favor do ciúmes


Ciúmes, tanto já se escreveu sobre ele, quanto já se musicou, e quantas cenas já foram presenciadas com tal vilão. Pois bem sempre vejo as pessoas condenando o ciúme, dizendo que ele envenena uma relação, que é coisa de quem não tem auto estima, ou uma clara prova que o (a) parceiro (a) não confia no seu conjugue.

Concordo com quase tudo o que dizem, o ciumes é algo totalmente irracional, mas pense bem isso não é tão estranho, no universo dos sentimentos o que é racional? Amar? Odiar? Nada!!! Somos totalmente irracionais, todos nós, claro que em proporções diferente, afinal há uma grande diferença entre rir de alguém que tropeça em um degrau e sentir prazer em empurrar alguém de uma escada. O que torna os sentimentos aceitáveis são as medidas em que eles são expostos, nada mostra frieza, alguém que não ama absolutamente nada é considerado sombrio e alguém que literalmente é capaz de matar ou morrer por amor é claramente maluco ou perigoso. Porém ninguém condena o amor, desde que ele se mantenha longe de seus extremos. A mesma coisa com os outros sentimentos, aliais menos um, o CIÚMES, o coitado do sentimento é mal visto em qualquer proporção, pouco ou muito ciúmes é visto da mesma forma, um absurdo!

Em minha opinião, o ciúmes, é um sentimento descriminado, é muito mal interpretado, por isso que venho defende-lo hoje, e dizer que assim como os outros sentimentos ele também pode ficar longe de seus dois extremos e ser encarado como um sentimento normal, que não precisa ser abafado e menos ainda marginalizado.

Vamos imaginar uma relação amorosa, um namoro. Quando resolvemos nos relacionar com alguém vemos na outra pessoa algo que nos agrada, que nos faz querer bem a tal pessoa, e mais ainda achamos que de alguma forma essa pessoa preenche algo em nossas vidas, caso contrário não abriríamos espaço para o outro. Pois bem, afirmo que o ciúmes é uma peça chave dessa relação, e mais ainda que ele serve de medidor para o nível de intimidade, paixão e dedicação de um para o outro.

A ausência de ciumes demonstra também a ausência de preocupação do outro com seu par, não se importar, e dizer que confia absolutamente no outro mostram que a outra pessoa não esta tão envolvida no relacionamento. A maior dificuldade do ser humano é lidar com a perda, no caso do ciúmes com a ideia da perda, o ciúmes é fruto de um medo natural, só tememos perder aquilo e aqueles que são significativos em nossas vidas, pense quantas vezes no último ano ouvimos falar de pessoas que morreram de forma trágica ou não, aposto que várias, porém por quais delas ficamos arrasados, quais nos deixaram triste ou chateados? Simples, somente aquelas por quem nutríamos algum tipo de sentimento. O ciúmes funciona na mesma frequência, quantas pessoas já passaram por nossas vidas e quantas tivemos que ver com um outro, quantas saíram de nossas vidas e foram viver outros relacionamentos? Várias, muitas! Porém a maioria não faz nenhuma diferença, simplesmente por que não são mais relevantes em nossas vidas, porque não fazemos mais questão que estejam em nossos mundos. Isso é a ausência de ciúmes, é não se importar com o outro, é não achá-lo interessante, é não fazer questão de sua presença, é o tanto faz ou o nada.

O namorado ou namorada não sentir ciúmes incomoda, embora ninguém queira admitir isso, todos dizem odiar o ciumes, mas é ele que revela o quanto somos importante para o outro a ponto desde não quer correr o risco (mesmo no plano das ideias) de perder a pessoa amada, mostra que você é significativo na vida do outro, é um fato desde do sapato ao marido (esposa) só temos ciúmes do que amamos muito, afinal aquele sapatinho meio feio e sem graça emprestamos a qualquer um, assim como o namoradinho meia boca tanto faz estar com ele ou não, afinal só fazemos questão de conservar para nós e exclusivamente para nós aquilo para o que damos valor.

Por isso não se entristeçam com algumas dúvidas ou desconfianças rondando a cabecinha do parceiro, e nem se chateiem tanto com um leve interrogatório, e nem um ou outro "piti" de seu par, é apenas um leve alerta de ciumes, só um medinho ou incomodo de imaginar um outro qualquer calçando aquele sapato divino que você tem certeza que foi feito único e exclusivamente para você. Só queremos conservar aquilo que é importante, o leve ciúmes do outro é só uma forma desajeitada de dizer que te ama, mesmo que as vezes isso nos faça querer esganá-lo!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Dia do Amigo

"amigo alguém que sabe tudo a seu respeito e mesmo assim gosta de ti"

sempre amei essa frase, e hoje dia 20/07 dia do amigo, resolvo fazer uma ode a amizade, esse vinculo estranho que criamos com pessoas tão parecidas e as vezes tão opostas, fato é que ter amigos faz parte da vida.

*Amigos animados, aqueles que fazem festa com tudo, parecem que contagiam o ambiente com sua alegria.

*Amigos que só nos metem em frias, que sempre nos arrastam para baladas horríveis, churrascos ruins, cervejas quentes e por ai vai.

*Amigos sábios, aqueles que sempre sabem o que dizer, que nos dão bons conselhos, embora ninguém nunca os escute.

*Amigos melancólicos, aquele tipo que sempre tem um grande problema, do tipo "parem o mundo" e me escutem.

*Amigo estraga prazer, aquele que sempre que você está muito feliz lhe diz: vai com calma, as coisas não duram para sempre, isso um diz vai acabar.

*Amigo cupido, aquele que sempre acabou de conhecer alguém que tem tudo à ver conosco, o engraçado é que na maior parte das vezes detestamos essas pessoas parecedíssimas conosco.

*Amigo consciência, aquele que sempre chateia e nos faz admitir que estamos errados.

*Amigo tipo pai, que fica regulando tudo que a gente faz, que diz não faz isso, faz aquilo e bla´, blá, blá.

*Amigo consolador, aquele que você não liga que te veja chorar.

*Amigo irmão, aquele que você briga, discute, mais não sabe viver sem.

*Amigo artista, sabe aquele que todo mundo pensa que é um santo, mas de santo não tem nada.

*Tem amigo de todo jeito, as vezes temos muitos amigos e as vezes um só, as vezes um vale por dez, e os dez as vezes parecem um só. Não importam quantos, amigo é amigo, e não se vive sem eles , ou pelo menos não se vive bem.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

O homem perfeito

Maravilhoso!!!
O Jô disse tudo... homem perfeito só assim mesmo


Homens e cachorros

Amigos há anos nós mulheres tentamos entender a relação homem e cachorro, aquela velha história q o cão é o melhor amigo do homem. Segundo um amigo meu, essa incógnita foi respondida de diversas formas... Acompanhem:




"Os cachorros não choram.

Os cachorros adoram quando você traz seus amigos pra casa.

Os cachorros não se importam se você usa o shampoo deles.

Os cachorros acham que você canta bem

Quanto mais tarde você chega, mais excitados estão os cachorros para lhe ver.

Os cachorros lhe perdoarão se você brincar com outros cachorros.

Os cachorros não vão se importar se você chamá-los pelo nome de outro cachorro.

Os cachorros não compram nada.

Os cachorros adoram quando você deixa um monte de coisas espalhadas pelo chão.

A disposição dos cachorros permanece a mesma durante todo o mês.

Os cachorros nunca param para examinar o relacionamento.

Os parentes do cachorro nunca os visitam.

Quando um cachorro envelhece e começa a lhe incomodar incessantemente, você pode chutá-lo para longe.

Os cachorros não odeiam seus corpos.

Os cachorros nunca criticam.

Os cachorros concordam que você deve gritar para impor seu ponto de vista.

É legal você manter um cachorro preso dentro de casa.

Os cachorros não querem saber sobre os outros cachorros que você já teve

Os cachorros não deixam os artigos de revistas guiarem suas vidas.

Você nunca tem de esperar pelo cachorro. Ele está sempre pronto para sair durante 24 horas.

Os cachorros acham divertido quando você está puto.

Os cachorros não podem falar.

Os cachorros são fiéis ao seu dono.

Os cachorros não falam ao telefone.

Os cachorros não reclamam que seu dono esta meio fora de forma.

Os cachorros, apesar do faro apurado, não ficam perguntando "que cheiro é esse?".

Os cachorros não reclamam quando você dirige em alta velocidade.


Porque afinal ficam com mulheres?

É socialmente aceitável manter relacões sexuais com mulheres, com cachorros não! "

segunda-feira, 29 de junho de 2009

??? Não entender o que não entendemos ???


Hoje encontrei um antigo texto, presente de um amigo da escola (faz tempo), estava perdido em uma série de papelada, dessas que vamos acumulando sem motivo nenhum.

Era um texto sobre um monge, e a história me encantou profundamente.


"Dizia que certo dia, um monge subiu a um monte junto a seus discípulos, e em meio as orações e preces, ouviu gritos e gemidos vindos de uma aldeia abaixo, ao olhar deparou-se com um verdadeiro massacre, os membros da aldeia era dizimados por invasores "bárbaros". Ao ver a cena o monge suspirou cheio de lamento:

"Ah se eu fosse Deus..."

Um dos discípulos inconformado protestou imediatamente:

"Mestre que blasfêmia!! por acaso esta dizendo que Deus não sabe o que faz ao permitir que isso aconteça, ou ainda que se fosse Deus faria algo diferente?"

O mestre olhou com calma, cheio de pesar e disse:

''Se eu fosse Deus, poderia compreender o que acontece"


Desconheço o autor, mas acho o texto de muita sensibilidade, a claro aproveito para discutir uma ou duas questões sobre o mesmo.


O saber compreender, o saber entender, o saber conhecer. Somos bombardeados dia a pós dia com montanhas de novos conhecimentos, de descobertas, de inovações cientificas, e que maravilha é isso, adoro a época em que vivemos, e sem duvidas não desejaria pertencer a outra qualquer. Porém afirmo que gastamos tempo demais querendo entender o mundo ao nosso redor, e as vezes me pergunto até onde isso é necessário, ou útil.


Contabilizamos tudo, o tempo, as relações, atribuímos valor as pessoas, procuramos ter exatidão em tudo o que fazemos, não nos permitimos errar, e não aceitamos o erro dos outros. Buscamos exaustivamente a perfeição, queremos ter a resposta correta para tudo sem margem para duvidas, queremos provar e queremos que nos provem tudo.


Pedimos que o outro nos apresente quase que em uma equação matemática o quanto nos ama, queremos que explique o por que, que prove por "a +b" tudo que diz, queremos transformar sentimentos em números. tentamos a todo custo moldar o que é abstrato.


E esquecemos que algumas coisas não podem ser entendidas, não podem ser explicadas, algumas coisas não podem ser escolhidas ou mudadas a nossa vontade. Nem tudo pode ser compreendido, não há meios para compreender o por que alguém te ama ou não, ou saber o quanto te ama, ou o por que não te acha interessante, ou bacana. Quantas vezes já desejamos estar apaixonados por alguém que nos quer bem, e não conseguimos. Por maldade? Não, por que não somos capazes de tudo, não sabemos por que gostamos de determinadas pessoas e de outras não. O saber pertence a razão, e a razão não atua em todos os campos.


Creio que deveríamos passar menos tempo pensando em certas coisas, e vive-las enquanto as temos... já dizia um antigo ditado "o que não tem solução, solucionado está". O mundo não nos pertence, apenas fazemos parte momentaneamente dele, nem mesmo sabemos se por muito ou pouco tempo. Perguntar por que estamos vivos, não é o mesmo que viver, "entre o céu e a terra... já existem coisas demais" precisamos mesmo arranjar mais incógnitas do que as que já existem? Acho que seriamos mais felizes, se não ficássemos tentando descobrir o porquê não somos, acertaríamos mais se não ficássemos justificando nossos erros. Poderíamos tanto...


quinta-feira, 11 de junho de 2009


♥
♥
♥

Meninas todo sapo é príncipe, o segredo é simples, feche bem os olhos respire fundo e de um beijo apaixonado, e ai vai o segredo, precisa manter os olhos sempre fechados, e quando abrir olhe pro lado...rsrsr...
♥
♥
♥

Dia dos namorados


Martha Medeiros, adoro seus escritos, são de uma sensibilidade única, por isso que hoje, véspera do dia mais love do ano, escolho dois trechos dessa fantástica escritora para postar no blog em homenagem a todos os apaixonados e dispostos e se apaixonar todos os dias.




"Apesar de todos os livros escritos,


todas as sentenças filosóficas


todas as análises terapêuticas


todos os exemplos de paixões falidas


continuamos amando




Apesar de não termos mais 15 anos e


estarmos numa idade em que os outros


acreditam que nosso coração envelheceu


continuamos amando"






Pois é , por mais maluco que seja sempre amando...